A bela época, que é a vida, mistério, dádiva, bem; infinitamente esculpimo-nos, enculturamo-nos, sem hipótese de desintegrar esta mensagem; persegue-nos (companhia ideal!) na nossa “gestação”. Digo desta forma, acerca da gestação_permanente_ há coisas que são da epiderme; epiderme de adoração a esse lar, lugar, luar/aí sentimo-nos bem.
Más disposições de mãe, pai, sobejamente irrelevantes, aí já existe elo, logo cumplicidade, e daí? Está-se, irredutivelmente, em tudo e isso é prenhe de bem-estar.
Bem, não volto ao útero, mas fora dele…hum, aprazível para quem gere, nutre em si, optimismo!
Optimismo_estar pleno? Nem sempre, nem os mais “loucos”, pensam, reflectem, mas jus aos “loucos”. E aqueles outros que não se afortunaram desta maravilhosa singular “quietude”, navegam noutros mares, tentativas de encontros com marés, que per si, revoltas e serenas, preconizam desafios para quem os apanhar!
Apanhar, sem simpatia…esta não me apraz, mas conquista, mérito, já me diz da rés.
…há que me perdoar, sem drama, mas pela necessidade, motor de desconstrução para edificar aquilo que em plano está desde a génese.
Tintas, retoques de saber integrado, assumido e filiado num querer que se agita por toda uma eternidade.
Sem lágrima que me inunde, sem mágoa de traço senão aquele que compreendo ser semente com mestria para significação.
Morada actual
Há 12 anos

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